26/02/2010















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25/02/2010
























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22/02/2010

UNÇÃO EM SPRAY!


Aroma Gospel

Sengundo o site da Igreja Sara Nossa Terra, “o Aroma Gospel é uma empresa que nasceu com um sonho de ter produtos de ótima qualidade e excelência para atender ao público evangélico”. A empresa já está no ramo a alguns anos, e hoje tem a frente como sócia e garota propaganda a cantora e Pastora Alda Célia, artista contratada pela gravadora MK Music.
Em entrevista com Bispa Ana Almeida, da Igreja Sara Nossa Terra do Rio de Janeiro, descreveu como surgiu a idéia que teve com as sócias pastora Alda Célia e Neuzi Pantera, para lançar este óleo, segundo elas “abençoado”, e também explicam que uma das primeiras providências da nova empresa foi criar um aroma em spray para perfumar todas as igrejas Sara Nossa Terra do Brasil e do exterior a partir de 2008.
Como surgiu a idéia do Aroma Gospel?
Quando a pastora Alda Célia voltou de Israel o que mais me impressionou foi que estávamos buscando um óleo que tivesse boa qualidade, um ótimo aroma e que acreditamos que representasse a unção. Ela trouxe um óleo de ótima qualidade e tivemos todo o cuidado nos detalhes, como por exemplo em fazer uma embalagem bonita e prática através do spray. É uma coisa prática para que a pessoa ficasse com aquele aroma lembrando da unção.
Porque entrar no mercado de produtos evangélicos?
Porque não consumir produtos que saibamos da procedência debaixo de todos os conceitos bíblicos? E também a empresa nasce onde colocamos Deus como nosso sócio, ou seja, 10% da empresa pertence a Ele. Nosso sonho é ser uma empresa modelo e as pessoas verão que é possível ter um negócio cumprindo todas as leis e ser abençoado.
Como é a Aroma Sara Nossa Terra?
Nossa primeira providência foi trabalhar em cima do aroma que perfume as igrejas. Já que a Sara Nossa Terra estava com este projeto de padronizar o visual, resolvemos trabalhar em cima de um spray que pudesse ser colocado no ambiente. Como todos gostaram do cheiro da mirra, pois é forte e ao mesmo tempo suave, pensamos em tornar o cheiro da mirra a nossa essência. Para que todos que entrarem na Sara Nossa Terra sentissem o cheiro da unção.
Porque o ramo de perfumes, essências e sprays?
Quando montamos a empresa estávamos pensando em que produzir, pois a Alda tem uma abrangência muito grande no Brasil. Queríamos divulgar um produto que não deixasse de trazer um conceito de adoração. Inaugurar a empresa com este óleo teve um significado muito grande para nós. Pois estavamos em busca desta unção de adoração e as pessoas irão poder ficar com aquele cheirinho gostoso.
A idéia é levar a Aroma Gospel para todo o Brasil?
A idéia é disponibilizar o óleo em todo o Brasil através do mercado cristão, em site de produtos gospel e também na Sara Brasil. Nossa idéia, em primeiro lugar, foi atender ao ministério Sara Nossa Terra e depois partirmos para todo mercado evangélico do Brasil e com isso reunirmos representantes de diversos pontos do País.
Alda Celia e a Aroma Gospel
Alda Celia e a Aroma Gospel
Em 2009 a cantora, pastora e ministra de louvar Alda Célia chegou a falar sobre o Aroma Gospel: “Quero testemunhar uma bênção: neste ano Deus permitiu que ao lado da Bispa Ana de Brito e de Neuzi Pantera lançássemos o óleo ‘Aroma Gospel’ que já é vendido em todo Brasil. Deus está nos dando novas estratégias e agora também lançamos o óleo da alegria.”
O Aroma Gospel também conta com óleo repelente em sua linha de produtos. Segundo blogs e sites do gênero o oléo ungido em spray custa em base R$10.
Fonte: Sara Nossa Terra
 

19/02/2010

Elton John afirma que Jesus Cristo era gay



Opiniões de celebridades são sempre interessantes e, às vezes, polêmicas. Dessa vez quem resolver falar sobre um assunto que não domina foi Elton John. O músico já tinha falado sobre religiões em 2006, quando afirmou que "religiões promovem ódio contra os gays" e que de seu ponto de vista todas elas deveriam ser banidas.

A nova frase de Elton John, para a revista Parade, é sobre a sexualidade do filho de Deus. "Eu acho que Jesus era um compassivo e superinteligente homem gay que compreendia os problemas humanos. Na cruz, ele perdoou as pessoas que o crucificaram". E esse Jesus de quem Elton John fala não é o mesmo que tem um caso com Madonna?

fonte: Vírgula




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Em breve coloco o preço!


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18/02/2010

15/02/2010

ENTREVISTA COMIGO NO SITE DEUS NO GIBI! http://www.deusnogibi.com.br/

DEUS NO GIBI – Como foram seus primeiros trabalhos nessa área de quadrinhos?

IZIDRO – Eu tive um fanzine chamado “Mondo Bizarro”, que durou três edições, com um tipo de
humor mais livre e secular. Criei também um personagem chamado “Palavrinha” para uma
empresa, e foi a partir desse trabalho que resolvi criar o “Karapuça”. Uma frase do cliente dizia
que o personagem não poderia ter defeitos porque representava o Espírito Santo, e aquilo me
deixou inquieto. Ai pensei: “não quero um personagem perfeito, quero personagens que erram,
personagens humanos e que dependem da graça para seguir adiante”.

DEUS NO GIBI – Que tipo de retorno você tem recebido do público leitor?

IZIDRO – Quando comecei o “Karapuça” eu esperava que fosse massacrado, porque a temática
religiosa é bem complicada. Mas na verdade o trabalho tem sido muito elogiado, quem conhece
volta quase todo dia pra ler algo novo.

DEUS NO GIBI – Então existe ainda uma resistência com esse humor feito a partir da religião e do
relacionamento humano com o divino.

IZIDRO – Claro, existe e sempre vai existir. Mas depende da maneira que você conduz o seu
trabalho. Creio que, se você faz com atitude e verdade, alguém vai gostar e se identificar.
Entrevista Izidro dos Santos

DEUS NO GIBI – Algumas de suas histórias tratam de particularidades que só são conhecidas por
cristãos. Você tem receio que esses detalhes criem uma barreira para que o público em geral
possa compreender o humor?

IZIDRO – Já fiquei muito encanado com isso, pensando que o meu trabalho poderia ser tratado
com preconceito e tal mas, na verdade, hoje quando vou fazendo as tiras, vou tentando adaptar
para que mais pessoas não-religiosas possam entender. E uma coisa é certa, grande parte dos
que visitam o site não são “crentes”.

DEUS NO GIBI – Antes de você lançar o fanzine eletrônico e o site, você tentou emplacar esse tipo
de humor dentro de uma Igreja ou de um ambiente religioso?

IZIDRO – Eu tentei, mas eu mesmo tinha medo de lançar, pensando no que as pessoas diriam.
Até porque já tive um dia o sonho de ser pastor, e era bastante religioso, quase um fariseu. Por
isso toda vez que faço uma tira da “Karapuça” eu mesmo visto ela primeiro. Hoje sou livre pra
viver da graça porque aprendi que Deus é humor.

DEUS NO GIBI – Qual o limite do humor, dentro da temática religiosa?

IZIDRO – O meu limite é não fazer piadas com Deus, Jesus Cristo, Espírito Santo... faço piadas com situações humanas, coisas do dia-a-dia do cristianismo, com um humor ácido e critico. Quero que o leitor leia
a tira e ria, mas não apenas dê um sorriso, quero que pense. Vivemos hoje em dia um cristianismo muito emocional e falta um pouco de questionamento. Vivemos um tempo em que basta o pastor dizer um “blá-blá-blá” que o povo é enrolado! Isso tudo porque o povo não estuda mais a Bíblia.

DEUS NO GIBI – Que autores de quadrinhos e revistas você lê?

IZIDRO – Bom, hoje em dia eu leio tiras que fogem um pouco do padrão comum, como as séries
novas do Laerte, com um humor meio nonsense. Leio as tiras do Rafael Sica, o “Macaco
Albino” do Leandro Robles, “Malvados” com seu humor pesado do André Dahmer, e
recentemente me apaixonei pelo livro “Retalhos” que tem uma temática religiosa e é muito
poético.

DEUS NO GIBI – Quais autores te inspiram?

IZIDRO – Angeli e Mark Driscoll, com seu reformismo. Realmente me identifico com esse pastor.

DEUS NO GIBI – Que super-poderes você acha que faz falta aos líderes religiosos hoje em dia?

IZIDRO – Eles precisam do poder de ser gente. Eles vestem capas de super-heróis, indestrutíveis,
mas o que mais me apaixona no evangelho é ver a humanidade dele.

Para conhecer mais sobre o trabalho do Izidro visite:
http://www.karapuca.blogspot.com/

12/02/2010














Tirinha de Sexta + novidades da Loja + SCHULZ'S YOUTH

opa pessoal novidades boas! Depois do Carnaval a loja do Karapuça estará no ar! Vai ter camisetas, canecas, bonecos e mais algumas novidades... Vai rolar venda de desenhos originais e uns brindes!!! aguardem!

Podiam lançar aqui no Brasil!!!  SCHULZ'S YOUTH o livro contendo as tiras do criador do snoopy e charlie brown com quadrinhos cristãos!

Editora: About Comics - Edição especial
Autor: Charles M. Schulz (texto e arte).
Preço: US$ 14.95
Número de páginas: 296
Data de lançamento: Maio de 2007

Charles M. Schulz tem uma obra vasta, popular e muito divulgada no mundo, correto? Não, na verdade não é bem assim. Apenas uma de suas obras, Peanuts, é popular e conhecida na maior parte dos países. Mas muito de sua carreira é obscuro para a maioria de seus fãs. Não é algo incomum. Will Eisner, frequentemente citado por suas graphic novels e pelo personagem Spirit, possui uma longa lista de trabalhos desconhecidos do grande público. Também é assim com Schulz, ainda que a lista não seja tão longa assim. A intenção deste review é iluminar uma das facetas menos conhecidas do autor natural de Minneapolis: seu trabalho junto aos jovens.
Era 1955 e Schulz já fazia sucesso com Charlie Brown e sua turma. Àquela época, o jovem adulto de 32 anos possuía inquietações acerca da fama recente. Assuntos que não cabiam em sua tira que começava a ficar famosa. Era uma época inquietante, em que o rock'n'roll florescia, os conflitos sociais aumentavam e o mundo começava a mudar. Mas a educação de Schulz teve componentes religiosos muito fortes, o que sempre se refletiu, em maior ou menor grau, em seu trabalho. E foi em sua obra para adolescentes que esta influência se mostrou claramente.
Apesar de ter tido uma educação luterana, nos anos 1950 Schulz tinha conexões fortíssimas com a Igreja de Deus, sediada em Indiana. Baseada no primitivismo cristão e nos conceitos anabatistanos (uma ala de radicais dentro do protestantismo), esta igreja tinha forte influência sobre seus fiéis, inclusive o cartunista. Deste modo, quando começou a publicar sua série de cartuns Young Pillars (algo como "Coluna Jovem"), os adolescentes tementes à crença da Igreja de Deus passaram a ter em quem se espelhar: em Harold e sua turma.
Harold era para aqueles adolescentes o que Charlie Brown estava se tornando em todo o mundo: uma espécie de símbolo. Mas enquanto Charlie era um derrotado cheio de esperanças, no qual pessoas de todas as idades podiam se refletir, Harold era um jovem modelo de moral rígida e fé inabalável. Em verdade, pétreo e doutrinário demais para ganhar as massas.
Young Pillars, normalmente, é julgado rasamente como uma obra menor de Schulz, justamente por conta do rígido viés religioso. Mas não é bem assim: Harold é um jovem inquieto como Snoopy, pensativo como Linus van Pelt. E sabia muito bem encarar uma briga, como Lucy ou Patty Pimentinha. Navegando pelas tiras, publicadas originalmente entre o primeiro dia de 1956 e 1965, percebem-se as inquietações amorosas, afetivas, morais e culturais dos adolescentes da época, que eram considerados para a sociedade quase como crianças. Um dos cartuns possui um texto emblemático: "Eu anseio pelo dia em que as pessoas dirão a palavra 'adolescente' como se fosse sobre pessoas e não como uma doença".
O conflito de gerações era acentuado na época, por conta das transformações sociais que já foram referidas por aqui. Ainda assim, o trabalho de Schulz era muito respeitado tanto pelos adultos da época como pelos jovens fiéis que tiveram acesso aos cartuns, reimpressos sucessivas vezes. Tanto é que, após toda a superexposição, alguns tinham suas legendas atualizadas, para refletir os novos tempos (por exemplo, em uma tira sobre música jovem, Perry Como dá lugar aos mais populares Beatles, numa reimpressão dos anos 1960).
O braço editorial da igreja, a Gospel Trumpet Company - depois renomeada Warner Press, em homenagem a seu fundador, Daniel Sidney Warner, que nada tem a ver com a grande empresa de comunicação Time Warner - publicou diversas compilações, cronológicas e temáticas, com os cartuns de Schulz, o que apenas popularizou Young Pillars (ou Teen Nuts, como foram certa vez renomeados) entre jovens cristãos dos Estados Unidos. Isso não impediu, no entanto, que uma compilação total desses trabalhos ficasse inédita até 2007, quando da publicação deste Schulz's Youth.
Quadradinho, em edição popular e de bolso (e impresso com um papel bem mais ou menos, certamente para baratear o custo), o livro possui, além de Young Pillars, outros trabalhos menores de Schulz à época, como cartuns para convenções religiosas da Igreja de Deus; a série Two-by-Four (em parceria com Kenneth F. Hall), enfocando crianças em idade pré-escolar adentrando o ambiente religioso; além dos raros cinco cartuns publicados na revista Reach em 1969, quando do retorno de Schulz à Warner Press.
Aliando momentos brilhantes com peças de puro doutrinarismo, esta é uma obra irregular, notadamente em termos ideológicos. Em compensação, o traço de Schulz, recém-definido à época, é brilhante.
A esta altura, ele já tem a beleza que lhe valeu, em 1955 e 1964, o Reuben Award, laurel mais importante do cartunismo norte-americano naqueles tempos.
Por assinar como Charles a maioria desses cartuns (talvez para diferenciá-los de sua obra comercial), não é incorreto afirmar que, mais do que Peanuts, Young Pillars foi sua obra mais pessoal. E é incompreensivelmente inexplorada.
Nesses dez anos da morte de um dos maiores gênios do quadrinho mundial, uma justa homenagem seria termos esta obra, bem como as outras ainda inexploradas (como a pioneira Li'l Folks e It's Only a Game), chegadas ao território nacional.
E não apenas Peanuts, apesar do belo e oportuno trabalho que vem sendo realizado pela L&PM atualmente.
Afinal, Schulz é um homem de mais faces do que um simples beagle seria capaz de supor.

texto: Delfin
fonte: UniversoHQ


11/02/2010

10/02/2010

09/02/2010

 

tirinha em homenagem aos dias de calor do Rio de janeiro neste verão!

08/02/2010

05/02/2010

04/02/2010

03/02/2010

02/02/2010

 

Gostaria de agradecer ao blog do quadrinhos em especial ao Paulo Ramos pela divulgação do Karapuça no dia do Quadrinho! visitem o blog e conheçam mais tiras legais!

01/02/2010

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